Ela tem o cabelo claro ondulado e comprido, olhos e sorriso rasgado, um corpo com curvas voluptuosas e de altura média.
elA tem o cabelo escuro curto e liso, franja alinhada pela testa, uma boca perfeitamente contornada e uns labios tão vermelhos que parecem pintados, olhos grandes e verdes por detrás de um os óculos de massa preta, de corpo esgio e alto.
Ela fala num tom de voz alto e tudo o que diz é a sorrir, emana uma confiança e felicidade pura.
elA quando fala é num tom de voz baixo e tímido, tal como o seu sorriso.
Ela é ativa, dinâmica, tem uma aparência muito feminina e nenhuma tarefa lhe parece ser masculina.
elA tem uma creatividade e sensibilidade elevada, a sua estrutura e força levam-na a acreditar que não tem força para carregar e montar um móvel ou outra tarefa que considera masculinha.
elA olha para Ela e sente-se tão inspirada como assustada. A força interior e garra que Ela aparenta e que julga ser fonte de inspiração para outras, no caso da elA provoca-lhe uma incapacidade e apatia maior.
O que elA não sabe é que intimamente Ela esconde a sua vergonha e timidez por detrás de uma espontaneidade que parece natural. Ela tem pânico e detesta estar sozinha perante pessoas que não conhece. Enquanto elA apesar de pouco falar gosta de conhecer novas pessoas e sente que pode estar perante uma nova tribo de apoio que pode passar a ser a sua tribo.
O que Ela vê em elA é o reflexo exterior dos medos e inseguranças que sente.
O que elA vê em Ela é o espelho dos seus medos e inseguranças interiores.
Ela e elA são o reflexo uma da outra e quando ambas se abraçarem, ambas vão sentir um alívio e felicidade interior que não será exteriorizada, mas vão sentir que juntas podem trabalhar os medos e inseguranças de cada uma. Ambas vão respeitar-se e descobrir que a força exterior vem do interior e que o caminho de conhecer o desconhecido é o que traz felicidade e aprendizagem.
elA tem o cabelo escuro curto e liso, franja alinhada pela testa, uma boca perfeitamente contornada e uns labios tão vermelhos que parecem pintados, olhos grandes e verdes por detrás de um os óculos de massa preta, de corpo esgio e alto.
Ela fala num tom de voz alto e tudo o que diz é a sorrir, emana uma confiança e felicidade pura.
elA quando fala é num tom de voz baixo e tímido, tal como o seu sorriso.
Ela é ativa, dinâmica, tem uma aparência muito feminina e nenhuma tarefa lhe parece ser masculina.
elA tem uma creatividade e sensibilidade elevada, a sua estrutura e força levam-na a acreditar que não tem força para carregar e montar um móvel ou outra tarefa que considera masculinha.
elA olha para Ela e sente-se tão inspirada como assustada. A força interior e garra que Ela aparenta e que julga ser fonte de inspiração para outras, no caso da elA provoca-lhe uma incapacidade e apatia maior.
O que elA não sabe é que intimamente Ela esconde a sua vergonha e timidez por detrás de uma espontaneidade que parece natural. Ela tem pânico e detesta estar sozinha perante pessoas que não conhece. Enquanto elA apesar de pouco falar gosta de conhecer novas pessoas e sente que pode estar perante uma nova tribo de apoio que pode passar a ser a sua tribo.
O que Ela vê em elA é o reflexo exterior dos medos e inseguranças que sente.
O que elA vê em Ela é o espelho dos seus medos e inseguranças interiores.
Ela e elA são o reflexo uma da outra e quando ambas se abraçarem, ambas vão sentir um alívio e felicidade interior que não será exteriorizada, mas vão sentir que juntas podem trabalhar os medos e inseguranças de cada uma. Ambas vão respeitar-se e descobrir que a força exterior vem do interior e que o caminho de conhecer o desconhecido é o que traz felicidade e aprendizagem.

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